Era noite de sexta na casa dela quando a vontade de transar finalmente falou mais alto. Com o quarto escuro só com a luzinha do abajur, a mulher peluda se ajoelhou na frente do negão e puxou o pau duro pra dentro da boca, começando com uma chupada lenta que logo virou um boquete profundo e molhado. Ele gemendo baixo enquanto ela fazia questão de o engolir até a garganta, os lábios bem grudados na base grossa, a língua passeando por cada veia pulsante. Pouco a pouco foi acelerando, a saliva escorrendo na pinta dele, os seios balançando enquanto abaixava e levantava a cabeça com vontade. Ele agarrou os cabelos dela e empurrou o pau mais pra dentro, sentindo a garganta se abrir pra receber cada centímetro, até que não aguentou mais e meteu fundo, gozando dentro daquela boca quente e faminta sem nenhum receio.