A madrugada já ia alta quando a coroa gostosa resolveu que não ia mais segurar o tesão que vinha aumentando o dia inteiro. Sentada na beira da cama, com a luz do abajur tremendo sobre o corpo peludo e os seios fartos balançando, ela começou a se masturbar devagar, passando as mãos grossas pelo pau duro que já não aguentava mais. Os gemidos abafados escapavam da garganta enquanto os dedos enrolavam na glande inchada, apertando com força antes de descer para esfregar a base do pau peludo. Logo o ritmo ficou frenético, os quadris balançando loucamente contra a mão livre, os pelos raspando nos lençóis enquanto a gozada interna começava a se formar. Os jatos espessos voaram pela parede branca, caindo em fios quentes sobre a barriga trêmula, mas ela não parou, continuou se espremendo até sobrar só o último gemido rouco no quarto escuro.