Quando a novinha loira ficou presa no elevador comigo, não tive tempo nem de pensar direito, só senti o coração bater mais forte ao ver aquela garota branquinha e cheirosa bem na minha frente. Ela tava toda assustada no começo, mas quando o ar quente foi ficando pesado e meu pau começou a endurecer dentro da calça, os olhinhos dela brilharam de tesão. Mal deu tempo de fechar a porta direito, já metia os dedos na calcinha dela pra ver se tava molhadinha, e claro que tava. Num instante abaixei a alça do vestido e enfiei o pau na boca dela, enquanto os gemidos abafados ecoavam no elevador apertado. Daí veio o pau na bunda, devagarzinho no começo pra não machucar, mas logo ela pediu pra meter mais forte, gemendo alto com cada estocada. A gente nem percebeu quando as luzes piscaram, que era sinal pra sair, porque o cheiro de sexo no ar tava mais forte que tudo.