No quarto apertado, Leya me puxou pra cama e logo senti aquele pau gigante de Emmanuel encostando na minha mão, duro de lascar. Ela se ajoelhou na minha frente e abriu a boca pra um boquete caprichado que me deixou maluco, gemendo alto enquanto ela fazia questão de engolir tudo que eu tinha. Peguei ela pelo cabelo e empurrei ainda mais, vendo meu pau desaparecer entre aqueles lábios inchados. Depois, mudei ela de posição e meti firme na boquinha, sentindo o calor molhado e os gemidos abafados. Quando rolou pra cama, não tive tempo de pensar: ela já tava de quatro, com a bundinha apertada tremendo, implorando pra ser fodida. Entrei com tudo, ouvindo os gritos dela enquanto socava aquela bundona que balançava toda a cada estocada. O pau entrou fácil, mas a pressão na bunda fazia ela gritar e pedir mais, até que não aguentou e gozou gemendo meu nome.