Era tarde da noite quando ela, meu amigo da época da escola, resolveu pagar de dona do pedaço. A gente tava lá na casa dele, cerveja na mão, conversa fiada, até que o clima mudou num instante quando eu vi aquela bunda enorme balançando pra cima e pra baixo na minha cara. Ele pegou firme na minha nuca e empurrou minha cara bem no meio daquelas coxas grossas, sentindo o cheiro forte de sexo escorrendo pelo ar. Em segundos, já tava comendo aquele rabo carnudo com vontade, minha língua passeando entre as dobras molhadas enquanto ele ria e mandava eu ir com tudo. Logo a gente tava se pegando igual dois animais, as chupadas no pau duro e os gemidos abafados só faziam a coisa esquentar mais, até que ele resolveu meter por trás com força, aquela bunda balançando feito um sino enquanto a cama rangia sem parar. Os suspiros se transformaram num grito quando ele gozou logo depois, jorrando dentro dela toda delícia que tinha pra dar.