Era no fim da tarde quando eu cheguei mais cedo do que ela esperava e flagrei minha namorada de lingerie fina, celular na mão, mandando nudes pra qualquer um que quisesse ver as bundas durinhas que sempre escondia de mim. A raiva subiu rápido, mas o tesão não demorou a tomar conta quando percebi como aquele corpão trêmulo reagia ao meu olhar de dominador. Sem dizer nada, agarrei ela pelos quadris, joguei na cama e dei uns tapas fortes na bunda rosa que já brilhava com os dedos dela, mostrando o quanto curtia apanhar. O pau duro mal cabia na calça enquanto eu abria o zíper, pegava naquelas mamas pesadas e metia de uma vez, ouvindo os gemidos de prazer misturados a gritos de 'ai, porra' quando a enchi de pau gigante bem no cu apertado. A cada estocada forte, a gozada interna escorria pela coxa suja, e ela só sabia repetir 'tá doendo, amor, mas não para'. Terminei gozando por cima dos peitões, deixando a porra toda escorrer pelas bundas lindas antes de mandar ela engolir o resto com a boca molhada de saliva e esperma.