Era final de tarde e o quarto tava abafado, o cheiro de suor e perfume barato se misturando enquanto ela se esfregava toda molhadinha na cama, os peitinhos saltando com cada movimento. O moleque, de pau duro e olhando pra bundona dela tremendo, não aguentou mais e puxou o rabo do cachorro que tava jogado no chão, dando um tapa forte na bunda redonda e pedindo pra ela gemer alto. Começou devagar, os dois se mexendo em ritmo de briga de travesseiro, mas logo a coisa esquentou: ele enfiou o pau gigante por dentro do rabo do cachorro, mandando ela gemer com voz rouca enquanto os corpos suados se grudavam. O negócio foi pra frente quando ele agarrou a cintura dela e começou a socar com força, os peitos dela balançando a cada estocada e a bundinha vermelha de tanto apanhar. No meio daquilo tudo, ela gritava pelo nome do moleque, pedindo pra não parar enquanto a gozada interna escorria e manchava os lençóis brancos.