Era sábado à noite, a casa toda em polvorosa depois de um jantar regado a vinho e risadas, quando ela puxou ele para o quarto escuro, os corpos colados no corredor mal iluminado. Com um sorriso safado, abaixou a calcinha vermelha lentamente enquanto ele já rasgava a camisa, o pau duro mal cabendo na cueca apertada. De quatro na cama, a bundona balançando sem vergonha, ela agarrou o lençol com os dentes ao sentir a ponta grossa raspar na entrada molhada, gemendo alto ao ser penetrada de uma vez. A irmã mais velha, coroa coroa, entrou sem aviso e caiu de boca na boquete caprichado que ele fazia na boca da garota, só parando quando o esperma jorrou pela garganta dela e escorreu pelo queixo. O pau não amoleceu nem um pouco, firme como rocha, e ela pediu pra ser fodida de novo, agora de costas, os peitos saltando a cada estocada violenta que fazia a cama bater na parede. Quando enfim gozou por dentro, a gozada interna escorreu pela perna da garota enquanto os três caíram juntos na cama, suados, os corações batendo em ritmo alucinado.