Era sexta à noite quando a morena da esquina resolveu soltar o pau duro e dar o que os vizinhos tanto queriam ver. Com a calcinha toda molhada só de pensar em ser fodida na janela aberta, ela não aguentava mais esperar. Logo começou a se requebrar na sala, tirando a blusa pra mostrar os peitões durinhos enquanto ele babava olhando. Os dois já tinham se esfregado a noite toda no sofá, mas agora era na posição que todo mundo imagina: de quatro, com a bunda empinada pra ele não perder tempo. Ela gemeu alto quando a cabecinha do pau entrou, os gemidos ficando cada vez mais sujos quando ele meteu até o talo, os paus se batendo toda vez que ele puxava pra trás. A camisinha não rolou, e logo os dois estavam gemendo juntos quando sentiu a gozada interna escorrendo pelas pernas, o pau ainda duro como pedra dentro dela. pra dar mais umas trombadinhas antes de a madrugada terminar.