Ela não aguentava mais os ciúmes dele, mas foi justamente a briga que esquentou tudo. Era noite de carnaval na pista lotada quando ele agarrou seu braço e puxou para um canto escuro atrás do bar, onde ninguém pudesse ver. Logo as mãos dele já estavam por baixo da saia curtinha dela, rasgando a calcinha fina no meio da discussão. Os gemidos abafados se misturavam aos berros da multidão quando ele a jogou contra a parede, abaixou o short e meteu duro, sentindo a boceta quente apertando seu pau gigante sem piedade. O clima pegou fogo rápido, os corpos colados suando enquanto os dois se engalfinhavam em meio ao cheiro de cerveja e desejo. Ela veio primeiro, gemendo alto contra a boca dele, mas ele não parou, continuou fodendo cada vez mais forte até gozar profundo dentro, a gozada interna escorrendo pelas pernas e manchando o chão de pisca-pisca. Os dois ficaram ali, ofegantes, ainda com os restos da briga no ar, mas agora só o calor do sexo importava.