Quando eu vi aquela morena tatuada e de peitos enormes mostrando eles no meio da floresta, eu já sabia que ia ser uma transa de fazer perder o fôlego. Ela tava lá, toda desinibida, balançando o peito grande na minha cara enquanto eu não aguentava mais esperar. Comecei a passar a mão nos seus peitos durinhos, apertando forte pra sentir aquela carne macia e volumosa na palma da mão. Logo ela desceu a mão pra própria calcinha, esfregando o pau duro por fora enquanto a saia curta tremia só de pensar naquilo. Num piscar de olhos, ela tirou a blusa toda suada e mostrou as peitos escuras, duras como pedra, pedindo pra eu chupar sem dó. A menina não perdia tempo, jogou a calcinha pra lado e montou em mim no chão da mata, gemendo alto enquanto o pau duro rasgava a boceta molhada sem piedade. Os galhos estalavam sob nossos corpos, os seios balançavam no ritmo das estocadas e eu só pensava em gozar dentro daquele cuzinho apertado que ela ofereceu depois, gozada interna que deixou a gente os dois exaustos na terra.