O sol mal nascera quando ela já tava de quatro no sofá, a saia subindo devagar pra mostrar que não ia desperdiçar nem um minuto do dia. O pau duro na mão dela não deixou dúvida: a manhã ia ser longa e suada. Logo os lábios se fecharam em volta da cabeça, engolindo tudo com vontade enquanto os dedos brincavam com os colhões, apertando pra sentir o peso e a textura molhada. Ela balançou o rabo pra trás, oferecendo a boceta e o cu pra quem quisesse, gemendo alto quando os dedos escorregaram pra dentro, lubrificando tudo pra quando viesse o pau. Na cama, a posição mudou sem aviso: ela montou por cima, cavalgando devagar até grudar a bunda na virilha dele, os gemidos virando gritos quando o pau encheu até não sobrar espaço. O ritmo acelerou, os corpos se chocando com força até o primeiro jorro quente escorrer pela garganta dela, seguido do resto na cara e nos peitos miúdos, tudo salpicado enquanto ela lambia os lábios pra não perder uma gota.