Era fim de tarde quando ele se trancou no banheiro, fechou a porta e ligou a câmera com a voz rouca e cheia de promessas de humilhação. Com a respiração pesada, começou a se tocar devagar, passando as mãos pelo corpo molhado enquanto os gemidos ecoavam no silêncio do cômodo, cada vez mais altos e desesperados. O pau duríssimo logo foi enrolado numa cinta de couro apertada, e o plug anal grande foi enfiado com um gemido rouco, esticando o cu deliciosamente até os limites. Sentado na privada, ele se masturbava com força, sussurrando palavrões sujos e ordens que ninguém cumpriria, só ele mesmo. A gozada interna jorrava em jatos fortes, molhando o chão e a calça jogada no canto, enquanto os dedos deslizavam pelo pau circuncidado e molhado, puxando a pele com força pra mais um orgasmo. A segunda carga de leite espesso escorria pela perna, e ele ainda não parava, grudando a cara no chão na vã tentativa de lamber cada gota que escapava, gemendo de prazer e vergonha ao mesmo tempo.