O cheiro de veludo e tinta antiga não disfarça o calor que sobe pela minha pele quando a mão dele desliza pela minha coxa enquanto eu me contorço no sofá de veludo vermelho. Seu dedo traça círculos preguiçosos sobre minha calcinha molhada, brincando com a renda até que eu empurro suas calças pra baixo e agarro seu pau duro, sentindo a veia pulsar na minha palma. Ao sentir o gosto salgado na minha língua quando abocanho a cabeça latejante, seus gemidos roucos enchem a sala, mas não tanto quanto o som molhado do meu sexo se abrindo quando me apoia na mesa com as pernas tremendo. A madeira fria contra minhas costas queima quando ele me penetra de uma vez, os quadris batendo com força enquanto meus mamilos duros roçam na mesa, e cada estocada rasga um gemido da minha garganta até que o prazer explode em ondas quentes pela minha barriga e me faz gozar com espasmos profundos, as paredes do meu sexo agarrando seu pau sem piedade até que ele geme e dispara dentro de mim, enchendo toda a minha boceta de porra quente enquanto me derreto toda molhada e ofegante.